31.7.09

Vídeos de Casamentos e Divórcios

Olá Amigos

Como todo bom viral da internet o hit do momento é um vídeo do casamento pra lá de divertido. No vídeo o jovem casal americano Kevin e Jill dançam na igreja ao som de Forever, de Chris Brown, tornaram-se o hit mais quente da semana no YouTube, com quase nove milhões de exibições.


Noivos, padrinhos e sacudidas vovós dançam, rebolam e rodopiam numa coreografia bem azeitada que deixa claro que tudo foi cautelosamente ensaiado para a cerimônia.

Semanas antes, outro casamento ganhou fama na web por encenar uma versão black-tie de Thriller. O novo vídeo, no entanto, é mais surpreendente por executar a performance dentro da igreja e não no salão de festas.


Publicar o casamento no YouTube, aliás, virou lugar comum entre noivos. Empresas especializadas em eventos já colocam na lista de seus serviços um clipe resumido da cerimônia para publição online.

É um modo menos massacrante de compartilhar o evento com amigos do que os encontros pós-casório em que as visitas são obrigadas a assistir um DVD de uma, duas ou três horas.

No Brasil, os admiradores de Kevin e Jill já preparam versões tropicalizadas do viral. Não estranhe se, ao passar por uma igreja, ver uma noiva caminhar para o altar aos passos da Banda Carrapicho ou ao som de sucessos de Joelma e Chimbinha ou afins.

Mas o melhor e que agora começaram a aparecer vídeos baseados nesses vídeos citados acima. Um dos melhores é o do divórcio. Realmente hilário.

Enjoy

In Infinitum

Robson Freire

28.7.09

Mark Wills - Don't Laugh At Me

video

Don't Laugh At Me

I'm a little boy with glasses
The one they call a geek
A little girl who never smiles
'Cause I have braces on my teeth
And I know how it feels to cry myself to sleep
I'm that kid on every playground
Who's always chosen last
A single teenage mother
Tryin' to overcome my past
You don't have to be my friend
But is it too much to ask

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

I'm the beggar on the corner
You've passed me on the street
And I wouldn't be out here beggin'
If I had enough to eat
And don't think I don't notice
That our eyes never meet

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

I'm fat, I'm thin, I'm short, I'm tall
I'm deaf, I'm blind, hey, aren't we all

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

Não Ria de Mim

Eu sou um garotinho de óculos
Aquele que chamam de nerd
Uma garotinha que nunca sorri
Porque uso aparelho nos dentes
E eu sei como é o sentimento
De chorar sozinho até dormir

Eu sou aquela criança em todos os jogos
Quem é sempre escolhido última
Uma única mãe adolescente
Tentando para superar o meu passado
Eu estou tentando ser meu amigo
Mas será que é demais pedir

Não ria de mim
Um dia todos nós teremos asas perfeitas
Não ria de mim

Eu sou o aleijado na esquina
Você passou por mim na rua
E eu não estaria alí, suplicando
Se eu tivesse o suficiente pra comer
E não pense que eu não diria
Que nossos olhos nunca se encontram

Eu perdi a minha esposa e o meu garoto quando
Alguém cruzou aquela linha amarela
O dia em que nós os deitamos no chão
É o dia em que eu enlouqueci
E agora eu estou abaixado
Pra segurar esse pedaço de cartão
Então

Não ria de mim
Não me xingue
Não sinta prazer da minha dor
Aos olhos de Deus nós somos todos iguais
Um dia todos nós teremos asas perfeitas
Não ria de mim

Eu sou gordo, eu sou magro, eu sou baixo, eu sou alto
Eu sou surdo, eu sou cego. Mas afinal, quem não é?

Não ria de mim
Não me xingue
Não sinta prazer da minha dor
Aos olhos de Deus nós somos todos iguais
Um dia todos nós teremos asas perfeitas
Não ria de mim

1.7.09

Hiperinflação de conteúdo: e se a gente não aguentar mais?

Ana Amélia Erthal

Imagine que não aguentamos mais conviver com tanto conteúdo, que nossa atenção ficou tão reduzida que não conseguimos mais nos concentrar em nada com profundidade, que os estímulos nos interrompendo a todo instante em tantas mídias diferentes eram tantos que ... não conseguimos ler os jornais, acompanhar os twitts, ver os filmes na TV, não respondemos e-mails, não olhamos nossos blogs e portais favoritos, não acompanhamos as séries, não damos mais conta de tanta informação... e, por fim, não resistimos à cultura contemporânea do excesso.

Se esse cenário existisse, a primeira providência seria banir o direito da leitura. Sim, porque afinal de contas, ler faz mal. Ou como diz o nosso caríssimo presidente Lula, "ler dá azia". Claro que tudo isso é uma brincadeira, mas serve pra gente pensar mais um pouco sobre a Era do Excesso de informação, que já esteve nessa coluna algumas vezes.

O filme Fahrenheit 451 faz uma leitura bem legal e mostra exatamente esse cenário em que a leitura é proibida. Ele foi adaptado do livro de Ray Bradbury e conta a história de um tempo no futuro em que o trabalho dos bombeiros era destruir livros. As pessoas "deduram" as outras e os bombeiros vão até as casas, procuram os livros proibidos, juntam tudo e depois incendeiam. Em vez de apagar, os "firemen" acendem o fogo, já é bem curioso. O filme tem esse nome porque é essa a temperatura em que o papel queima e embora seja antigo, tem um roteiro bem inteligente. É engraçado ver a revista/ jornal que mais parece um quadrinho, mas sem nenhuma letra, aliás, não há inscrição nenhuma em todo o filme, a não ser nos livros proibidos.

Outra passagem muito legal é a do comandante dos bombeiros explicando para o operador de lança-chamas porque é que os livros são perigosos para a mente humana e como eles nos tornam diferentes um dos outros. Para efeito de análise, podemos aplicar esse conceito dele para as outras mídias e conteúdos também: como nos diferenciamos por eles?

Eu preparei uma pequena edição de quatro minutos. Na primeira parte há o ritual de queimar livros e na segunda, o discurso do comandante, veja:

Fahrenheit 451

Então, o que achou? Se quiser saber mais sobre cultura do excesso, leia também esse artigo no blog do Encontro de 2 Mundos.

Up the Webwriters!

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/13217/webwriting/hiperinflacao_de_conteudo_e_se_a_gente_nao_aguentar_mais/